05.06
Depois de 3 anos consecutivos comparecendo no principal encontro do ramo no Rio de Janeiro, conclui algumas coisas sobre esse tipo de encontro.
Mas primeiro vamos fazer uma divisão em três grupos distintos do público que comparece.* os iniciantes (cuja sede de conhecimento é preparado para absorver até um espirro de um plastrante)
* os experientes (que são mais exigentes no conteúdo abordado, e discutem entre amigos e até mesmo com organização do eventos sobre um ou outro ponto)
* os feras (esses se não estão palestrando, estão em busca de novas oportunidades de negócios zanzando para lá e para cá, falando com um e apertando a mão de outro)
E depois que dividimos o público do evento em três partes, cada qual esperando algo inerente as suas necessidades podemos avaliar o seu sucesso.
Constatei pontos positivos e negativos na 11ª edição.
Negativos – O local – dizem que a primeira impressão é a que fica, certo? Para o iniciante deve ter sido aterrorizante chega no hotel, ser direcionado ao elevador e encontrar uma fila de mais de 50 pessoas com apenas um elevador funcionando, e com a menor chance de subir pelas escadas, pois o evento era no quinto andar!!!! Além desse problema, havia também a falta de espaço para o credenciamento, que estava confuso e mal organizado. A gente não sabia onde começava e onde acabava a fila, se é que havia fila!!
Além disso, para quem já foi nas ediçoes anteriores na UERJ, pôde constatar que eventos dessa natureza, não basta ouvir, você também quer ver o palestrante. E como o piso era plano, ficou impossível para quem ficou do meio para trás. Houve também o velho probleminha chatinho do som que tanto atormenta a vida de quem vai começar a falar e não testou o microfone e justo na hora do sujeito começar a palestra e que se verifica que o microfone não funciona. E então é aquele mico na frente de todos.
Positivos – Para variar, os pontos positivos são as paletras em si. O real motivo que nos move a levantar por volta das 7 da manhã de sábado para assistir 4 ou 5 palestras seguidas com breves intervalos e um almoço no meio.
Das quatros palestras que aconteceram esse ano, só pude assistir 3, pois tinha um compromisso que não pude adiar e nã assisti a do Lulli. Uma pena, ele é hilário!
Então vamos as considerações:
Felipe Memória – bem desse cara sou fã incondicional do seu trabalho e poderia ficar escrevendo aqui um tempão elegoios, mas o que é mais importante foi a contribuição aos que não leram o seu livro e principalmente aos iniciantes. Para estes a palestra do Felipe mostra que webdesign não é só abrir o flash e ficar brincando de ser o cara mais criativo do mundo e sim uma profissão múltipla e que quando é feita em equipe o sucesso é conseqüência.
Marcela Catunda – pela foto a seguir dá para ter uma noção do quanto eu gosto de seu trabalho né!?? Mas foi bastante enriquecedor ver que mesmo os mais experientes atuantes no mercado sofrem muito com as agruras do trabalho de servir ao seu cliente, seja ele uma agênia ou não. Sua palestra foi hilára.


Fábio Seixas – Aula de emprededorismo e visão de negócio, essa foi a síntese de sua abordagem. Que até contou com distribuição de camisetas lançadas ao público e tudo!!!
Seu conhecimento no assunto baseado no sucesso do site Camiseteria.com, que de início parecia ser distantes aos inexperientes, mostrou que cada um de nós pode obter sucesso nos seus projetos. Basta trabalhar sério e com muita criatividade.
Enfim, foi um prato cheio no conhecimento de webdesign como não só uma profissão de tecnologia ou criação, mas como também opção de vida e de negócio. Espero fazer mais comentários aqui no ano que vem. Pois o conheimento não ocupa espaço e só contribui.
Valeu Arteccom. Até a próxima!!




[...] do projeto e postava tudo sobre. Falei sobre os eventos que participei da Arteccom como no 11º Encontro de Webdesigners, e fiz a minha primeira resenha sobre o que rolou, reclamando, sugerindo, enfim, [...]