Afinal, quem é você leitor?

Filed Under (Blogs, Internet, Pesquisa, Vendendo o meu Peixe) by Cristiano Santos on 04-07-2009

o leitorEsse não é um post comemorativo! Apesar de ser o artigo de número 90, o objetivo é esse mesmo, “saber quem é você, meu leitor amigo!”

Depois de pouco mais de 3 anos quando escrevi o meu primeiro post ainda dentro do WordPress.com, eu vi que falei muito sobre as minhas referências e experiências que tive na minha vida de webdesigner freelancer. Falei sobre design, sites, eventos, livros, e tudo que me influenciou desde 2006. E agora cheguei num ponto em que eu acho que preciso mudar. Com o blog eu consegui uma certa notoriedade, conheci e fiz amigos e consegui jobs e clientes. Pelo blog recebi pedidos de orçamentos, parcerias, e até favores. Mas depois desse tempo eu conclui que precisava rever a minha abordagem. Agora é hora de efetivamente mudar.

Recentemente eu assisti o filme “Marley e Eu” e fiquei impressionado com uma cena em especial que me fez refletir sobre o momento atual da minha vida. O protagonista John Grogan, vivido por Owen Wilson, é um jornalista que trabalha como colunista e passa a vida toda tentando ser um jornalista que corre o mundo cobrindo matérias importantes, e vê o seu amigo Sebastian (Eric Dane) conseguir realizar esse mesmo sonho pelo fato dele não constituir família, tampouco o cachorro hiperativo que comprou que é o tema central da história. A cena da qual eu me referi, foi quando depois de muitos anos passados, Grogan casou, comprou o tal cachorro e depois teve três filhos, mudou de emprego, passou a gostar de ser um colunista e muito tempo depois esbarrou com Sebastian na rua, que estava cobrindo uma matéria na mesma cidade que ele passou a morar. E foi só nesse momento que Grogan percebeu que o seu amigo, apesar de crescer profissionalmente e trabalhar no famoso jornal “New York Times”, ele ainda era exatamente do mesmo jeito. E o Grogan evoluiu, cresceu, amadureceu, apesar de não ter seguido o rumo na vida que sempre sonhara. Mas ao concluir isso e perceber que mesmo assim, ele era feliz, muito feliz.

Dei essa volta toda, como sempre, para explicar o que sinto nesse momento. Me sinto bem, mesmo não sendo exatamente do jeito que eu planejava. Acredito que as atitudes são ações que tomamos quando a vida nos oferece algumas opções. Há uma frase que eu gosto do autor do livro “O Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien” dito pelo mago Gandalf que ilustra bem esse pensamento: “Tudo o que temos que decidir é o que será feito com o tempo que nos foi dado.” E hoje eu escolhi mudar!

The Tale of Life / El Cuento de la VidaA mudança é de postura, não de cidade como os meus amigos @lebravo e @vivireis fizeram.  Conquistei coisas por aqui, mas quero conquistar outros tipos de pessoas. Meus clientes não optaram por mim pelo meu blog e sim por outras referências. O que eu quero é alcançar novos clientes pelos meus artigos. Sim, sei que a batalha vai ser difícil. Mas é o que eu quero. Estou fazendo uma grande pesquisa pela Internet sobre formas de atuação já há algum tempo. Há gente muito boa por aí. Tenho anotado muita referência e já tenho uma material bem interessante para se começar a trabalhar. Meu objetivo é lançar um site mais comercial e mais instrutivo, embasado nos meus argumentos de venda. Mas ao mesmo tempo quero continuar compartilhando o que eu aprendi durante esse tempo como freelancer. Por isso preciso saber de você, leitor de tanto tempo, que tipo de artigo gosta de ler por aqui e como o meu trabalho tem impacto na sua leitura semanal.

E foi pensando nisso também é que criei um formulário dividido em duas partes, com apenas 10 campos para você preencher e me ajudar a criar artigos mais úteis e relevantes. Afinal, depois de tanto tempo, mesmo com uma mudança de foco na linha editorial dos meus artigos, eu não poderia deixá-los de lado. Eu seria injusto e ingrato com vocês. E não se preocupem, todos os dados de contato não serão divulgados em hipótese alguma, nem utilizarei esse banco de dados para fins comerciais, enviando malas diretas e e-mail marketing. Sou completamente contra qualquer tipo de envio de mensagens eletrônicas não autorizadas.

Enfim leitores, aguardem novidades aqui no blog. Em breve eu divulgarei o resultado da pesquisa e se vocês quiserem me ajudar, bastar clicar nos 2 links abaixo e até a próxima. Abraços! :D


Ortografa! | Esse link abre numa nova janela
Esse artigo está em conformidade com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) com o uso do Ortografa! Uma ferramenta open source desenvolvida por Ramon Bispo.

Entendendo “a cabeça de Steve Jobs” (ou quase!)

Filed Under (Pesquisa, Resenhas) by Cristiano Santos on 22-02-2009

Capa do livro A cabeça de Steve Jobs“Design é função, não forma.”

Essa frase citada no livro, é sem dúvida nenhuma a síntese de como pensa uma das mentes mais brilhantes do mercado da indústria tecnológica que já existiu. Os conceitos da cabeça desse homem mudou o comportamento de toda uma geração. Ao contrário do que pensam vários fanboys por aí, eu tenho consciência de que ele não fez tudo isso sozinho. Bill Gates tem uma enorme parcela na revolução mundial causada pelos computadores pessoais e junto com Jobs, seja concorrendo ou em parceria como hoje, o Mundo não é mais o mesmo depois do que foi feito nos últimos 40 anos.

Antes de fazer a minha resenha sobre o livro quero mostrar como e quando conheci Steve Jobs e sua Apple.

Em 2001, um pouco antes do atentado ao World Trade Center, eu fui trabalhar como operador de telemarketing num curso web numa empresa que já não existe mais justamente para subsidiar o meu curso. Eu era muito novato e pouco sabia sobre Internet e computadores. Fiz rapidamente amizade com os instrutores da casa, que pelo fato de eu ser funcionário estavam sempre me mostrando as tendências e variações do mercado web da época. E foi lá que eu vi o iMac pela primeira vez. Fiquei encantado com aquela obra de arte! Ele tinha uma cor que eu não conseguia destinguir. O mouse era estranho de manipular e o menu era em cima, no topo da tela. Confesso que nunca esqueci a sensação de usá-lo naquele dia. Foi lá também que um dos instrutores, vendo a minha admiração pelo iMac me emprestou uma fita VHS (isso mesmo! Eu não tinha DVD player) do filme “Pirates of Silicon Valley” que contava a história da criação da Apple por Steve Jobs e Steve Wozniak e o surgimento da Micro-soft (era com hífem na época) de Bill Gates, e como o Mundo foi raptado pelos microcomputadores e suas engenhocas.

O filme começa com o lendário comercial da Apple de lançamento do Macintosh em 1984 dirigido pelo Ridley Scott fazendo alusão ao livro “Nineteen Eighty four (1984)” de George Orwell que mostrava a realidade de uma sociedade oprimida por um partido autoritário que manipulava os meios de comunicação.  A Apple mudou totalmente a maneira como as pessoas vêem o mundo, e principalmente como interagem e se comunicam. E nisso Jobs foi o pioneiro. Bill Gates foi o grande empreendedor e com uma visão comercial aguçadíssima e se não houvessem os dois, talvez um Mundo fosse diferente hoje, mas quem vai saber não é mesmo?

Afinal: louco ou gênio? Detalhista ou meritocrático?

No livro, ao contrário do filme, começa justamente quando Jobs retorna à Apple em 1996 e inicia a reformulação da empresa quando ela estava enfrentando uma grande crise sem precedentes. Seu trabalho foi árduo, longo e penoso. O que mais me chamou a atenção no livro foi o foco que Jobs teve nessa época. A Apple possuía uma grade de produtos enorme e de difícil assimilação pelo consumidor. E foi então que Jobs começou um trabalho de infinitas entrevistas com as equipes de todos os produtos da empresa em busca do refinamento. E uma das mais célebres atitudes quando concluiu o trabalho foi traçar de forma absolutamente simples a nova linha de produtos da Apple. Leia um trecho do livro:

[...] “Jobs  desenhou uma tabela muito simples de dois por dois no quadro branco. No topo escreveu ‘Consumidor’ e ‘Profissional’, e na lateral ‘Portátil’ e ‘Desktop’. Aí estava a nova estratégia de produtos. Apenas quatro máquinas: dois notebooks e dois desktops, direcionados a usuários profissionais ou consumidores”. [...]

Com essa atitude, Jobs que ainda era considerado um CEO interino, remou contra uma maré de direcionamentos que quase levaram a Apple à falência por causa da sua ausência de 11 anos. Se não fosse o seu foco em criar soluções simples voltados para o usuário talvez a empresa não estaria mais no mercado hoje em dia. Seu empenho aliado à um temperamento explosivo geraram grandes citações mas também criaram toda uma atmosfera em torno da sua personalidade onde termos como “louco” e “gênio” convivem na mesma pessoa.

Na minha humilde opinião, Jobs é um intelectual à frente do seu tempo e não tem a menor paciência com pessoas em que seu nível de inteligência seja abaixo do seu. Mas uma contradição incrível da história é que ele faz justamente aparelhos absolutamente fáceis para pessoas desse nível ou menos. Jobs não é formado. Ele não entende de engenharia de computadores, não é designer, tampouco é publicitário, isso o faz ser o consumidor técnico mais exigente do planeta. Ele acaba fazendo o papel de porta-voz das pessoas com menos conhecimento tecnológico possível, para que qualquer coisa que ele crie seja facilmente utilizada por uma pessoa comum. E quem sofre com isso são os engenheiros, designers e publicitários da Apple que sofrem com sua explosões de raiva quando algo não dá certo!

A busca do menos.

O livro possui passagens memoráveis de Jobs (citadas por ele e outros pensadores) em busca da simplicidade nos produtos que produziu, mas sem deixar a qualidade de fora. Frases como “tente experimentar um produto durante 20 minutos, se desistir de usá-lo nesse período algo está errado”, “simplicidade é complexidade resolvida”, ou “um grande carpinteiro não vai usar madeira ordinária para a parte de trás de um armário, ainda que ninguém a veja”, fazem da Apple ser a empresa que mais cria na sociedade o desejo de possuir os seus produtos.

As maiores referências de Jobs são Henry Ford, Thomas Edison e Edwin Land e freqüentemente ele faz comparação da tecnologia com a arte onde acredita que tudo é uma questão de boa observação do que desejam as pessoas. Uma boa frase que remete à esse pensamento é “criatividade é apenas conectar coisas”. Outra grande frase que ficou famosa foi “os bons artistas copiam, os grandes artistas roubam” de Pablo Picasso e foi citada por Jobs na época da visita paga à empresa XEROX que deu de bandeja a invenção da interface gráfica e o mouse o que hoje em dia achamos absolutamente normal, mas na época foi completamente descartada como lixo pela empresa. Com essa tecnologia o acesso à informação ficou mais do que simplificado, ficou intuitivo e prazeroso, e disso Jobs entendia muito bem.

O legado de Steve Jobs

Mas meus filhos nasceram onde tudo que Jobs criou é comum. Faz parte de nosso cotidiano o hábito de ir fotografar ou filmar um evento e depois editá-lo no seu próprio computador, ou comprar uma música na Apple Store e não o CD inteiro porque você apenas gostou de uma das faixas do álbum, ou usar um celular com tecnologia Touch Screen onde você pode baixar vários aplicativos para beneficiar o seu dia à dia. Isso sem falar dos inúmeros filmes como Monstros SA[bb], Procurando Nemo[bb] e Wall-e[bb] que são sucessos de bilheteria e possuem espaço garantido na estante no quarto das crianças.  Tudo isso são frutos da “cabeça” de quem percebeu o quanto a tecnologia pode ser aliada não só para a automação de certas atividades, mas como também para o prazer da comunicação e da integração entre as pessoas. O livro para mim serve para mostrar o quanto erramos quando dizemos que o presente é inovador e inventivo, com novas tecnologias sendo criadas à cada minuto. Para mim a inovação está no passado, mais precisamente em 1976 na garagem da casa de Steve Jobs onde o presente, ou melhor, o nosso futuro foi escrito.

Espero que tenham gostado pessoal!

Até a próxima pessoal!

:D

Entendendo "a cabeça de Steve Jobs" (ou quase!)

Filed Under (Pesquisa, Resenhas) by Cristiano Santos on 22-02-2009

Capa do livro A cabeça de Steve Jobs“Design é função, não forma.”

Essa frase citada no livro, é sem dúvida nenhuma a síntese de como pensa uma das mentes mais brilhantes do mercado da indústria tecnológica que já existiu. Os conceitos da cabeça desse homem mudou o comportamento de toda uma geração. Ao contrário do que pensam vários fanboys por aí, eu tenho consciência de que ele não fez tudo isso sozinho. Bill Gates tem uma enorme parcela na revolução mundial causada pelos computadores pessoais e junto com Jobs, seja concorrendo ou em parceria como hoje, o Mundo não é mais o mesmo depois do que foi feito nos últimos 40 anos.

Antes de fazer a minha resenha sobre o livro quero mostrar como e quando conheci Steve Jobs e sua Apple.

Em 2001, um pouco antes do atentado ao World Trade Center, eu fui trabalhar como operador de telemarketing num curso web numa empresa que já não existe mais justamente para subsidiar o meu curso. Eu era muito novato e pouco sabia sobre Internet e computadores. Fiz rapidamente amizade com os instrutores da casa, que pelo fato de eu ser funcionário estavam sempre me mostrando as tendências e variações do mercado web da época. E foi lá que eu vi o iMac pela primeira vez. Fiquei encantado com aquela obra de arte! Ele tinha uma cor que eu não conseguia destinguir. O mouse era estranho de manipular e o menu era em cima, no topo da tela. Confesso que nunca esqueci a sensação de usá-lo naquele dia. Foi lá também que um dos instrutores, vendo a minha admiração pelo iMac me emprestou uma fita VHS (isso mesmo! Eu não tinha DVD player) do filme “Pirates of Silicon Valley” que contava a história da criação da Apple por Steve Jobs e Steve Wozniak e o surgimento da Micro-soft (era com hífem na época) de Bill Gates, e como o Mundo foi raptado pelos microcomputadores e suas engenhocas.

O filme começa com o lendário comercial da Apple de lançamento do Macintosh em 1984 dirigido pelo Ridley Scott fazendo alusão ao livro “Nineteen Eighty four (1984)” de George Orwell que mostrava a realidade de uma sociedade oprimida por um partido autoritário que manipulava os meios de comunicação.  A Apple mudou totalmente a maneira como as pessoas vêem o mundo, e principalmente como interagem e se comunicam. E nisso Jobs foi o pioneiro. Bill Gates foi o grande empreendedor e com uma visão comercial aguçadíssima e se não houvessem os dois, talvez um Mundo fosse diferente hoje, mas quem vai saber não é mesmo?

Afinal: louco ou gênio? Detalhista ou meritocrático?

No livro, ao contrário do filme, começa justamente quando Jobs retorna à Apple em 1996 e inicia a reformulação da empresa quando ela estava enfrentando uma grande crise sem precedentes. Seu trabalho foi árduo, longo e penoso. O que mais me chamou a atenção no livro foi o foco que Jobs teve nessa época. A Apple possuía uma grade de produtos enorme e de difícil assimilação pelo consumidor. E foi então que Jobs começou um trabalho de infinitas entrevistas com as equipes de todos os produtos da empresa em busca do refinamento. E uma das mais célebres atitudes quando concluiu o trabalho foi traçar de forma absolutamente simples a nova linha de produtos da Apple. Leia um trecho do livro:

[...] “Jobs  desenhou uma tabela muito simples de dois por dois no quadro branco. No topo escreveu ‘Consumidor’ e ‘Profissional’, e na lateral ‘Portátil’ e ‘Desktop’. Aí estava a nova estratégia de produtos. Apenas quatro máquinas: dois notebooks e dois desktops, direcionados a usuários profissionais ou consumidores”. [...]

Com essa atitude, Jobs que ainda era considerado um CEO interino, remou contra uma maré de direcionamentos que quase levaram a Apple à falência por causa da sua ausência de 11 anos. Se não fosse o seu foco em criar soluções simples voltados para o usuário talvez a empresa não estaria mais no mercado hoje em dia. Seu empenho aliado à um temperamento explosivo geraram grandes citações mas também criaram toda uma atmosfera em torno da sua personalidade onde termos como “louco” e “gênio” convivem na mesma pessoa.

Na minha humilde opinião, Jobs é um intelectual à frente do seu tempo e não tem a menor paciência com pessoas em que seu nível de inteligência seja abaixo do seu. Mas uma contradição incrível da história é que ele faz justamente aparelhos absolutamente fáceis para pessoas desse nível ou menos. Jobs não é formado. Ele não entende de engenharia de computadores, não é designer, tampouco é publicitário, isso o faz ser o consumidor técnico mais exigente do planeta. Ele acaba fazendo o papel de porta-voz das pessoas com menos conhecimento tecnológico possível, para que qualquer coisa que ele crie seja facilmente utilizada por uma pessoa comum. E quem sofre com isso são os engenheiros, designers e publicitários da Apple que sofrem com sua explosões de raiva quando algo não dá certo!

A busca do menos.

O livro possui passagens memoráveis de Jobs (citadas por ele e outros pensadores) em busca da simplicidade nos produtos que produziu, mas sem deixar a qualidade de fora. Frases como “tente experimentar um produto durante 20 minutos, se desistir de usá-lo nesse período algo está errado”, “simplicidade é complexidade resolvida”, ou “um grande carpinteiro não vai usar madeira ordinária para a parte de trás de um armário, ainda que ninguém a veja”, fazem da Apple ser a empresa que mais cria na sociedade o desejo de possuir os seus produtos.

As maiores referências de Jobs são Henry Ford, Thomas Edison e Edwin Land e freqüentemente ele faz comparação da tecnologia com a arte onde acredita que tudo é uma questão de boa observação do que desejam as pessoas. Uma boa frase que remete à esse pensamento é “criatividade é apenas conectar coisas”. Outra grande frase que ficou famosa foi “os bons artistas copiam, os grandes artistas roubam” de Pablo Picasso e foi citada por Jobs na época da visita paga à empresa XEROX que deu de bandeja a invenção da interface gráfica e o mouse o que hoje em dia achamos absolutamente normal, mas na época foi completamente descartada como lixo pela empresa. Com essa tecnologia o acesso à informação ficou mais do que simplificado, ficou intuitivo e prazeroso, e disso Jobs entendia muito bem.

O legado de Steve Jobs

Mas meus filhos nasceram onde tudo que Jobs criou é comum. Faz parte de nosso cotidiano o hábito de ir fotografar ou filmar um evento e depois editá-lo no seu próprio computador, ou comprar uma música na Apple Store e não o CD inteiro porque você apenas gostou de uma das faixas do álbum, ou usar um celular com tecnologia Touch Screen onde você pode baixar vários aplicativos para beneficiar o seu dia à dia. Isso sem falar dos inúmeros filmes como Monstros SA[bb], Procurando Nemo[bb] e Wall-e[bb] que são sucessos de bilheteria e possuem espaço garantido na estante no quarto das crianças.  Tudo isso são frutos da “cabeça” de quem percebeu o quanto a tecnologia pode ser aliada não só para a automação de certas atividades, mas como também para o prazer da comunicação e da integração entre as pessoas. O livro para mim serve para mostrar o quanto erramos quando dizemos que o presente é inovador e inventivo, com novas tecnologias sendo criadas à cada minuto. Para mim a inovação está no passado, mais precisamente em 1976 na garagem da casa de Steve Jobs onde o presente, ou melhor, o nosso futuro foi escrito.

Espero que tenham gostado pessoal!

Até a próxima pessoal!
:D

Alguém sabe o que é Podcast?

Filed Under (Blogsfera, Internet, Pesquisa, Podcast) by Cristiano Santos on 09-11-2008

Pois eu sei e eles vivem no meu mp3 player!


Segundo a Wikipedia, Podcast é uma forma de publicação de arquivos de mídia digital (áudio, vídeo, foto, pps, etc…) pela Internet, através de um Feed RSS, que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. Pois pra mim é conhecimento, entretenimento, cultura e um vício daqueles! Se você é assinante do blog, sabe que trabalho como freelancer full-time desde janeiro de 2008, e o tempo todo estou num projeto ou outro e sobra pouco tempo para atualização de novos conhecimentos, principalmente em se tratando de podcast ou leitura de blogs. Ao contrário dos feeds RSS, o Podcast é uma mídia que não dá pra fazer uma “leitura dinâmica” como acontece nos blogs. Com podcast você tem que ouvir meeeeesmo! E normalmente os arquivos giram em torno de 1 hora cada na média! Por isso a alternativa foi lotar o meu mp3 player com todos os podcast que eu assino e ouvir no “busão” no transporte entre um cliente e outro numa das reuniões semanais que faço sempre.

Podcast Wallpaper

O primeiro podcast que ouvi foi o Wincast do amigo Rodrigo Ghedin, que juntamente do Emerson Alecrin e Ale Johnny que fazem o site Winajuda. De lá pra cá, já assinei e cancelei alguns vários podcast e hoje cheguei num número que considero “acompanhável com qualidade”. Eu gosto tanto dessa mídia que já cheguei a participar em 3 oportunidades como convidado e 2 com mensagens de voz de alguns deles, sendo que a mais legal sem dúvida foi a do Nerdcast #120 do Batman no cinema. O interessante dessa situação é que gravei de súbito no GTalk uma mensagem de voz e achei que tinha ficado ruim, porém como não havia como voltar e refazer, então deixei para lá. E para minha surpresa na semana seguinte me assustei com a minha voz depois do anúncio do Deive Pazos o Azaghäl anunciando o meu recado. Muito legal. Outra participação bem legal que fiz (apesar da minha timidez evidente) e que me gerou muitos links e seguidores no Twitter foi o episódio #1 do Fala Freela do Mauro Amaral e seus colaboradores Huberto Oliveira e Carolina Vigna-Marú. Enfim, podcast é um grande barato e resolvi fazer esse post para compartilhar com vocês as minhas opções e abro nos comentários outras sugestões que queiram fazer. Não esqueçam de comentar o nome, autores, links, feeds e um resumo básico, ok?! Segue então a minha relação que “mora” no meu iTunes:

  • Fala Freela – Mundo do freelancer por Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Marú
  • Monalisa de Pijamas – Grande bate-papo de mulheres / mães / profissionais com muito bom-humor, por Mafalda, Eubalena e Phoebe.
  • Decodificando – Vida Geek, tutoriais e assuntos nerds. Por Jonny Ken.
  • Papo Tech – Notícias sobre tecnologia em geral, por João Roberto Gandara e Vinicius Lobo.
  • Digital Paper – Assuntos geeks de criação e desenvolvimento web. Por Sean N. Berg (Canha) e Agnelo Pedroso.
  • Pod sem Fio – Podcast sobre tecnologia móvel, por Bia Kunze.
  • Radar POP – Cinema, Livros, Músicas, entre outros assuntos. Por Cris Dias e Alexandre Maron.
  • Rapadura Cast – Podcast do Blog Cinema com Rapadura. Tudo sobre Cinema. Por Jurandir Filho, Maurício Saldanha e Thiago Siqueira.
  • Wincast – Informática com ênfase no Windows. Por Rodrigo Ghedin, Emerson Alecrin e Ale Johnny.
  • Braincast e Braincast TV – Tudo sobre o mundo do marketing, por Cris Dias, Carlos Merigo com uma produção de Colmeia, Enxame e Mellancia.
  • ADD (Antes Durante e Depois) – Podcast de áudio do grande Maestro Billy, DJ do Calderão do Hulk e podutor musical e meu sósia! Excelente pra ouvir trabalhando, no carro e onde mais você quiser.

Claro que se o assunto é Podcast eu não podia deixar de lado o “Maior Podcast do Mundo!!!”. Nerdcast é um caso à parte. Sempre muito bem editado, inigualável quando o assunto é história, cinema, variedades, tecnologia e outros infinitos temas. Nerdcast é incomparável. Todos os Podcats que citei acima são de excelente qualidade. Cada um deles dá ao consumidor/ouvinte uma informação de excelência e confiança, mas nada se compara ao sarcasmo e bom-humor dos meninos Alexandre Ottoni e Deive Pazos o Azaghäl e sua turma: Sr K, Mário “Fanaticc” Abbade, Tucano, Bluehand, Carlos Voltor, JP, Guga, Vince Glotto e de quebra ainda as incríveis parceiras Sra. Jovem Nerd e a Portuguesa fazem do Nerdcast a melhor opção para Podcast que existe na internet brasileira.

O mais incrível disso tudo é que o Nerdcast existe desde 2006 e somente em julho desse ano, de tanto ouvir o amigo Lucas Ferreira dizendo a recorrente frase “Nerdcast devidamente ouçado” no Twitter, eu resolvi saber que diabo era esse tal de Nerdcast. Na época baixei o episódio #110 – Nelson Rodrigues – A vida com ela é, e não parei mais. Depois baixei tooooodos os episódios e desde então ouço dos primeiros até os atuais e na semana passada terminei todos os 133 arquivos e resolvi fazer um resumão do que achei e como esse programa tem impacto na minha vida (não precisa ficar com medo de fãs Azaghäl, não sou serial killer!!!).

Segue a minha lista dos 30 episódios que mais gostei e em alguns deles algum comentário relevante, ou não!!

Top 30 – Nerdast

  1. #04 – Rocky Balboa (Sou fanático pelo SLY)
  2. #17 – Bernard Cornwell (Grande autor, me motivou de novo a recomeçar o hábito da leitura)
  3. #25 – Coca-Cola, Cheetos e a Dança da Vassoura (bons temos que não voltam mais)
  4. #32 – Jogos de Tabuleiro (O impagável epsódio do “Olha o cuscuz!!”. Se você não sabe o que é, tem que ouvir pra entender!)
  5. #34 – TV Documento Especial (Muita baixaria, hilário)
  6. #39 – Senta a Pua! (Incrível aula de história, um dos melhores)
  7. #40 – Uma câmera na mão e a galera no play (Mário “Fanaticc” Abbade mais erótico do que nunca!)
  8. #41 – Todos os caminhos levam à Roma (Aluguei e assisti as duas temporadas. Muito bom)
  9. #46 – Entrevista Nelson Machado (Grande personalidade. Nunca gostei de Chaves, mas depois desse epsódio deu vontade de assistir)
  10. #51 – Rocky – Adriaaaan! I did it!!! (Grande mensagem de vida, grande Nerdcast)
  11. #52 – História de outros carnavais (Impagável. Um dos mais hilários. Sr. K numa das suas melhores performaces com a famosa anônima “A Gorda”!)
  12. #64 – Os verdadeiros Piratas (Grande aula de história também)
  13. #65 – Depois do Fim do Mundo (Loucura do começo ao fim)
  14. #66 – Era uma vez um Nerdcast (Outro epsódio insano, nunca imaginei tanta besteira junta)
  15. #67 – Salsichão, Pau de sebo e muita mariola (Mais um episódio imperdível)
  16. #79 – E se o 3º Reich fosse vencido? (Outra grande aula de História)
  17. #80 – A batalha do apocalipse (Estou na fila do livro desde então. Chegou a dar medo de ver o Diabo a qualquer momento ou ouvir os Audiobooks!)
  18. #82 – Nerd Rico, Nerd Pobre. (Sem dúvida foi a melhor mensagem que recebi para minha vida do Nerdcast, sem exageros!)
  19. #83 – Tropa de Elite. Pé na porta, tapa na cara! (Na onda de um grande filme nacional)
  20. #86 – Eu tenho a força! Entrevista Garcia Júnior (Eu tenhooo a forçaaa! Grande entrevista)
  21. #88 – Mico meu, mico meu! (Muitas histórias engraçadas)
  22. #90 – Eu só trabalho aqui (Várias histórias inimagináveis)
  23. #94 – Max, traga minha capa! Entrevista Guilherme Briggs (Sem dúvida uma das melhores personalidades na dublagem brasileira. Meu filho de 8 anos amou!!)
  24. #101 – Traumas de Infâncias (Só história maluca)
  25. #110 – Nelson Rodrigues! A vida com ela é! (Nem preciso dizer o motivo né? Mas eu adoro Nelson Rodrigues)
  26. #114 – Rock ‘n Roll – 50/60/70 (Rock é tudo de bom!)
  27. #118 – A Guerra do Vietnã! (Mais um episódio de história imperdível!)
  28. #120 – Batman nos Quadrinhos (Claro que é por conta da minha participação né!)
  29. #126 – Rock ‘n Roll – 70/80 (Mais sobre Rock ‘n roll)
  30. #128 – Os Trapalhões, cacildis! (Sempre mencionado, mas nunca editado. Os Trapalhões fizeram parte da vida de todos os membros no Nerdcast. Era mais do que esperado!)

É isso pessoal, espero que tenham gostado e participem com as suas sugestões. Até a próxima!

Abraços :D



André Barcellos – Esse é peixe!

Filed Under (Criação, Designers, Internet, Oportunidade, Pesquisa, Webdesign) by Cristiano Santos on 18-09-2008

E o mais hilário de tudo é que esse cara quase foi meu cunhado e agora é meu concorrente!


Brincadeiras à parte, André antes de tudo é um cara absolutamente talentoso e correto. Grande profissional, já tive a oportunidade tê-lo na minha equipe no desenvolvimento de um grande projeto na agência onde eu trabalhei. Designer de grande sensibilidade, sem dúvida nenhuma foi o “webdesigner mortal” que mais me influenciou na minha carreira de freelancer full-time recente. Depois de algumas boas conversas estou criando a minha start-up (Agência DUO) e com certeza ele está diretamente ligado à essa iniciativa minha.
Ah! Quanto ao lance de ele ser quase meu cunhado!? Quem sabe um dia eu conto! :D Segue o perfil do André.

“ESSE(A) É PEIXE!”

Dados Pessoais

Nome Completo: André Barcellos (http://www.andrebarcellos.pro.br)
Idade: 27 anos
Estado Civil: Solteiro
Filhos. Qtde.: Não

Inicio da carreira

Trabalha com internet/informática desde quando?
Desde 1999

Website do André Barcellos | Esse é Peixe!

Website do André Barcellos | Esse é Peixe!

Aonde? Em que cidade? Desde quando?
Comecei na Fgdesign (RJ), como estagiário. Lá aprendi que o dia a dia ensina coisas que nenhum curso ensina. Fiquei apenas 3 meses lá e depois fui contratado como designer de interfaces de sistemas na Controller Info.

Qual a sua função?
Comecei como estagiário de webdesign (Fgdesign), designer de interfaces (Controller Info), webdesigner (Axys System, HS2, Fgdesign [de novo] e Mídia 3), instrutor de webdesign (Microcamp) e desde 2004 trabalho como freela de algumas agências (ca2, dmazb, agente comunicação, café expresso) e atendo meus clientes diretamente.

Suas referências

Quando precisa de inspiração costuma buscar em quais sites? Cite 3, pelo menos.
Gosto bastante do Webcreme (www.webcreme.com), FWA (www.thefwa.com) e sempre busco inspiração nos sites que agências que admiro a linha de criação.

E em outras mídias, como busca referências?
Como também trabalho com mídia impressa, tenho 5 pastas cheias de impressos e uma boa estante cheia de anuários de design.

Diga 3 livros muito úteis para o seu trabalho.
O valor do design (Senac), Signos da marca (Clotilde Perez) e Projetando websites compatíveis (Zeldman)

Quais serviços da internet (MSN, Del.icio.us, Twitter,… – pode divulgar os seus caso queira) você costuma usar diariamente?
Uso MSN (sempre ocupado, mas uso), Orkut para ler algumas comunidades e falar com amigos e o Google e “seus derivados”.

Para você quais são os 3 “Peixes” da sua área?
Como trabalho sozinho na maioria dos meus projetos, dou muito valor a quem faz o mesmo e faz bonito. Mas vou deixar esse povo solitário de fora, citarei algumas agências que sou fã: www.diadesign.com.br (do grande gilberto strunk) , www.bolt.com.br e www.dizain.com.br.

Quando não está trabalhando o que você costuma fazer para “reciclar as idéias”?
Vejo filmes e alguns seriados como House, Lost, Sobrenatural. Jogo playstation. Assisto a vídeos e vinhetas comerciais pelo Youtube. Tudo isso, além de ser uma ótima distração, se bem canalizado, da ótimas idéias e noções de animação.

É isso aí galera! Espero que tenham gostado!
Abraços e até o próximo!

Hoje a postagem é sobre o Blog Day

Filed Under (Blog Day, Blogsfera, Criação, Designers, Eventos, Internet, Mercado Web, Oportunidade, Pesquisa, Twitter) by Cristiano Santos on 31-08-2008

Compartilhando conhecimento, Divulgando informações!

Bem galera, para quem não conhece, o BlogDay é uma data importante no calendário de todos blogueiros, que consiste em criarmos um artigo indicando 5 outros blogs de nosso interesse, notificando-os a fazer o mesmo. E esse ano resolvi participar indicando uma galera bem legal e que faz um grande trabalho na divulgação de um conteúdo de excelente qualidade com textos bastante úteis e com uma periodicidade regular, o que para mim, tem um peso importantíssimo.
Então, sem mais delongas, segue a minha lista e desejo parabéns para todos os blogueiros e em especial aos amigos aqui indicados! Sucesso galera!

Blog Day 2008

Minha lista de Blogs indicados para o BlogDay:

  1. Fator W – Walmar Andrade
    Grande jornalista pernambucano, diretor da Wenetus Interactive, no seu blog são abordados temas sobre desenvolvimento web, produtividade, empreendedorismo, finanças e internet em geral.
  2. Yogodoshi – Cayo Medeiros
    Esse cara é um grande vasculhador de soluções na internet! Considero o Cayo Medeiros como o meu Digg.com dos meus amigos web!
  3. Blog do Rodrigo Ghedin
    Buscando matérias sobre o universo “Windows” descobri o Winajuda.com (hoje em parceria com o IG) que é mantido pelo Rodrigo e fiquei fã do seu blog pessoal também. Vindo do meio “jurídico”, esse Paranaense de risada cativante faz parte do meu blogroll com artigos bem legais e interessantes!
  4. Undergoogle - Fernando Kanarski e Bruno Soares
    De longe, o melhor conteúdo da internet sobre o mundo “Google” e o mais acessível aos leitores com simpatia e cortesia. Fernando e Bruno dão show no conteúdo!
  5. Blog do Tiago Celestino
    Um dos meus amigos web mais recentes, Tiago é um designer de interfaces baiano que não gosta de Axé, possui um blog com uma variedade absurda de assuntos, todos muito úteis, sérios e engraçados ao mesmo tempo!

Claro que eu não podia deixar de mencionar outros blogs que mudaram a minha vida e como são consolidados no meio, resolvi dar oportunidade para os outros indicados na lista acima, mas tinha que citá-los aqui.
Acredito que essa segunda listagem de blogs são na verdade “indispensáveis” para qualquer blogueiro, aspirante ou não. O conteúdo é de excelente qualidade e que servem bem como uma grande fonte de pesquisa e apoio para quem quer se aventurar nesse mundo da internet. Vale conferir!

Minha lista de Blogs Indispensáveis:

  1. Blog da Daniele Viana
  2. Carreira Solo – Mauro Amaral
  3. Efetividade.net – Augusto Campos
  4. pBlog – Érico Oliveira

É isso aí pessoal, espero que tenham gostado das indicações! Até a próxima!

:D




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