Resenhas
A arte de fazer acontecer | David Allen
Responda rápido e honestamente: quem aqui consegue zerar a caixa de e-mail todos os dias? Se sua resposta foi “sim”, parabéns, você é uma exceção! Mas se você respondeu “de vez em quando”, ou “nunca”, não se sinta mal. Você faz parte do grupo de pessoas que não conhecem a metodologia GTD ou não leram o livro “A arte de fazer acontecer” de David Allen da editora Campus.
O livro fala sobre a metodologia “Getting things done” ou simplesmente “GTD”, que efetivamente salvou a minha vida de webdesigner freelancer, ajudando a gerenciar as tarefas do meu dia-a-dia.
Quando eu digo salvou a minha vida, eu quero dizer num aspecto bem amplo mesmo. A metodologia tem como princípio básico que você deve organizar todas as suas demandas num sistema confiável, para que a sua mente esteja livre para executar a tarefa mais eminente sem se preocupar com as outras tarefas seguintes. Por exemplo: muitas pessoas tem o hábito de fazer uma lista de tudo que pretendem fazer no dia. Elas escolhem uma tarefa (em geral a que mais gostam, ou menos pior!!), executam e depois de concluída, escolhem outra. A questão é: Se no fim do dia você deixar de concluir uma ou duas tarefas, qual tarefa você fará primeiro no dia seguinte? E por quê? Como você gerencia esse acúmulo? E se o seu chefe disser no meio do dia que quer uma tarefa que você não estava fazendo “para ontem”, como você administra essa pressão? São estas questões é que trata a metodologia GTD. O objetivo central é administrar todas as tarefas deixando você focado na que estiver fazendo. O resultado é simples. Sucesso!!!
Continue a leitura dessa resenha
Blog Corporativo | Fábio Cipriani
Tenho recebido um grande número de propostas de empresas querendo fazer um serviço semelhante ao que o “Chris Hughes” fez na campanha do Obama e me pergunto duas coisas:
- Apesar do meu primeiro nome ser parecido, eu definitivamente não sou o Chris Hughes (ele é o co-criado do Facebook). As empresas sabem o quanto foi investido na campanha e qual era o tamanho da estrutura?
- Será que nossas empresas estão preparadas para uma exposição tão grande como essa, e como reagirão quando algo der errado?!
Foi pensando nessas questões é que resolvi ler o livro do
Fábio Cipriani – “Blog Corporativo” da editora Novatec. E digo que todo empresário deveria ter uma edição na sua mesa de trabalho e antes de pegar o telefone ou o mouse e me contactar querendo uma campanha “pra ontem” de social midia.
Blog corporativo é algo sério e precisa ser bem planejado e trabalhado! O blog, na minha opinião, ainda é o serviço de social midia mais completo, seja pelo facilidade de uso, tanto para que escreve ou para quem o lê; ou pelas tags, categorias, comentários e tantos outros artifícios que enriquecem a informação, que é o centro da relação entre o usuário e autor. (Leia o artigo do jornalista Luiz Carlos Azenha sobre essa relação citando o polêmico caso do blog corporativo da Petrobras)
O livro é de fácil leitura, mesmo com muitos termos técnicos, notas e informações relacionadas o autor consegue dar ritmo e empolga o leitor a começar a criar o seu blog enquanto lê.
Continue a leitura dessa resenha
A cabeça de Steve Jobs | Leander Kahney
Essa frase citada no livro, é sem dúvida nenhuma a síntese de como pensa uma das mentes mais brilhantes do mercado da indústria tecnológica que já existiu. Os conceitos da cabeça desse homem mudou o comportamento de toda uma geração. Ao contrário do que pensam vários fanboys por aí, eu tenho consciência de que ele não fez tudo isso sozinho. Bill Gates tem uma enorme parcela na revolução mundial causada pelos computadores pessoais e junto com Jobs, seja concorrendo ou em parceria como hoje, o Mundo não é mais o mesmo depois do que foi feito nos últimos 40 anos.
Antes de fazer a minha resenha sobre o livro quero mostrar como e quando conheci Steve Jobs e sua Apple.
Em 2001, um pouco antes do atentado ao World Trade Center, eu fui trabalhar como operador de telemarketing num curso web numa empresa que já não existe mais justamente para subsidiar o meu curso. Eu era muito novato e pouco sabia sobre Internet e computadores. Fiz rapidamente amizade com os instrutores da casa, que pelo fato de eu ser funcionário estavam sempre me mostrando as tendências e variações do mercado web da época. E foi lá que eu vi o iMac pela primeira vez.

















